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Equador buscará sócios para enfrentar restrições se optar por calote

SÃO PAULO - O governo equatoriano poderá buscar ajuda de países amigos, como a Venezuela, para enfrentar uma possível restrição de crédito resultante da eventual decisão de não pagar dívidas atreladas a bônus de sua emissão, que vencem em 2012, 2015 e 2030 e que somam hoje US$ 3,86 bilhões. A afirmação foi feita hoje pela ministra de finanças do país vizinho, María Elsa Viteri, em entrevista a um canal de televisão local.

Valor Online |

"Estamos esperando que o mundo seja nosso amigo e, neste sentido, vamos fazer contatos e a estratégia é buscar sócios", disse à ministra, segundo informou o jornal equatoriano "El Comercio", em seu sítio na internet.

De acordo com a reportagem, também divulgada em agências de notícias, o governo de Rafael Correa avalia deixar de pagar empréstimos e iniciar ações judiciais internacionais apontando ilegalidades na contratação da dívida pública, que em setembro último chegou a US$ 10,6 bilhões. No entanto, o não pagamento é apenas uma "opção".

Viteri disse que qualquer decisão será tomada com base no relatório da comissão de auditores constituída pelo governo, segundo o jornal. A ministra afirmou que o país ainda não recebeu nenhuma sinalização do setor privado, mas que já pensa em alternativas de endividamento, que incluem a Venezuela e seus sócios na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

(Valor Online, com agências internacionais)

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