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Equador anuncia cortes de produção de petróleo

O presidente do Equador, Rafael Correa, disse que o país irá suspender a produção de petróleo da italiana Agip e reduzir as cotas de outras empresas, em conformidade com os cortes decididos pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Correa não identificou as demais petrolíferas privadas que terão a produção cortada.

Redação com agências |

Correa disse ter ordenado o ministro de Petróleo do Equador a eliminar toda a produção da Agip, uma subsidiária da Eni SpA, a maior empresa de gás natural e petróleo da Itália. A Agip produz 28 mil barris de petróleo por dia na área equatoriana da Floresta Amazônica.

A Opep já anunciou cortes na produção que totalizam mais de 4 milhões de barris por dia, conforme tenta interromper o declínio dos preços.

Barril em alta

Os preços do petróleo subiram na última sexta-feira, após nove pregões consecutivos de queda, em uma sessão de poucos negócios devido ao feriado do Natal e marcada pela decisão dos Emirados Árabes Unidos de reduzir sua produção para se adequar às cotas da Opep.

No New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do "light sweet crude" para entrega em fevereiro fechou a US$ 37,71, em alta de US$ 2,36 sobre quarta-feira. O barril do Brent fechou em Londres a US$ 38,37, alta de US$ 1,76.

Os Emirados Árabes Unidos decidiram se unir aos sauditas e acatar a redução das cotas de produção impostas pela Opep, "e o mercado se beneficiou deste sinal positivo", disse Mike Fitzpatrick, da MF Global.

Estes dois países são os principais produtores de petróleo da Opep.

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(*Com informações da Agência Estado e Reuters)

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