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Energia era empecilho para a Vale

Para a Vale, a venda do controle dos ativos em alumínio para a Norsk Hydro é reflexo de uma dificuldade estrutural da brasileira para aumentar a sua competitividade: os altos custos de energia no País. Em 2007, Roger Agnelli, presidente da empresa, anunciou que estudava a construção de fábricas de alumínio no exterior para tentar contornar esse problema.

AE |

Para a Vale, a venda do controle dos ativos em alumínio para a Norsk Hydro é reflexo de uma dificuldade estrutural da brasileira para aumentar a sua competitividade: os altos custos de energia no País. Em 2007, Roger Agnelli, presidente da empresa, anunciou que estudava a construção de fábricas de alumínio no exterior para tentar contornar esse problema. "A oferta de energia é um ponto crítico e está limitando nossos investimentos na área de alumínio no Brasil", disse em entrevista à época. O executivo também citou a escassez de projetos de geração de energia no País e disse que estudava a instalação de hidrelétricas na África e na América Latina para obter custos mais baixos. Foi exatamente esse empecilho que fez com que a Vale concentrasse seus investimentos, nos últimos anos, em outros estágios da cadeia de alumínio, como bauxita e alumina, que consomem menos energia. Entre os ativos da Vale - agora sob controle da Hydro - estão a mina de bauxita de Paragominas, uma das maiores do mundo, e a maior mina de refino de alumina do mundo, a Alunorte (Alumina do Norte do Brasil).

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