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A crise econômica foi dura, mas depois de um ano e meio o Grupo Votorantim volta a exibir resultados parecidos com os que tinha antes da recessão global. No ano passado, as empresas da família Ermírio de Moraes lucraram R$ 4,7 bilhões líquidos.

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O desempenho é muito melhor que os R$ 14 milhões de 2008, fase em que a crise mais machucou o grupo. E está no mesmo patamar dos R$ 4,8 bilhões de 2007, último ano de bonança da economia global.

O grupo agora está numa situação favorável, afirma Raul Calfat, diretor-geral da Votorantim Industrial e principal executivo do grupo. Com as novas plantas (compradas ou construídas) e a recuperação dos preços das commodities, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) será melhor que o de 2009. No ano passado, o Ebitda ficou em R$ 5,5 bilhões, abaixo dos R$ 7,3 bilhões de 2008.

O faturamento do grupo no ano passado foi de R$ 28,6 bilhões, 18% menor que o de 2008. Mas a Votorantim investiu R$ 5,5 bilhões, mais do que os R$ 4,4 bilhões inicialmente previstos. Parte disso foi usada na aquisição da Aracruz e na compra da participação que a Vale vendeu na Usiminas.

O grupo também investiu na conclusão de uma hidrelétrica e de quatro novas fábricas: uma de celulose, duas de cimento e uma siderúrgica. A dívida total do grupo, também inflada pela crise, foi reduzida de R$ 32,6 bilhões para R$ 22,6 bilhões, uma queda de 31%. As informações são do jornal "O Estado de S. Paulo".

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