O governo quer reativar a termelétrica de Rio Branco para que ela funcione como uma espécie de reserva para o atendimento emergencial do Acre, caso haja problemas na interligação elétrica entre Acre e Rondônia

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O governo quer reativar a termelétrica de Rio Branco para que ela funcione como uma espécie de reserva para o atendimento emergencial do Acre, caso haja problemas na interligação elétrica entre Acre e Rondônia. Segundo o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, a usina, que é movida a óleo e pertence à Eletronorte, tem capacidade para produzir entre 30 e 50 megawatts (MW), o que é bem menos que a demanda total do Acre, que está na casa dos 150 MW.

A ideia, porém, seria garantir que, caso haja problemas na linha de transmissão, a termelétrica responderia pelo abastecimento a hospitais e rede de saneamento básico, por exemplo. O Acre vem enfrentando seguidos problemas de interrupção de energia porque, apesar de ter sido interligado em outubro do ano passado ao sistema nacional, as obras de duplicação desse circuito e da linha que liga Acre e Rondônia ao restante do País não foram concluídas por atraso no processo de licenciamento ambiental estadual, em Rondônia.

Zimmermann não descartou, entretanto, a possibilidade de serem alugados geradores a diesel para socorrer o Estado do Acre em casos de contingência. O assunto foi tema da reunião de hoje do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE).

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