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Petrobras gastou R$ 300 milhões com perfurações para ANP até junho

RIO - O custo das perfurações realizadas pela Petrobras para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atingiu R$ 300 milhões até junho, segundo informações do gerente coordenador de Relações com Investidores da estatal, Alexandre Quintão. A companhia trata o valor como "gastos a receber", mas Quintão não confirmou se o custo será incluído no processo de precificação dos até 5 bilhões de barris de óleo equivalente em reservas que serão utilizados na cessão onerosa.

Valor Online |

RIO - O custo das perfurações realizadas pela Petrobras para a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) atingiu R$ 300 milhões até junho, segundo informações do gerente coordenador de Relações com Investidores da estatal, Alexandre Quintão. A companhia trata o valor como "gastos a receber", mas Quintão não confirmou se o custo será incluído no processo de precificação dos até 5 bilhões de barris de óleo equivalente em reservas que serão utilizados na cessão onerosa. Questionado sobre a data prevista para ocorrer o processo de capitalização da companhia, Quintão evitou fechar um dia exato, mas confirmou que a operação deverá ser concluída em setembro. "Não tem data definida, só se sabe que é setembro", frisou Quintão, que participou de reunião da Associação de Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec-Rio) sobre os resultados da companhia no segundo trimestre. A empresa confirmou ainda que cerca de 2,5% das obras físicas do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). Atualmente, estão sendo realizados trabalhos de terraplenagem e instalação das unidades de destilação atmosférica e coqueamento retardado, entre outras. Para a coordenadora de abastecimento da Petrobras, Luciane Tomazzini, não há atraso nas obras. "Está dentro do previsto", disse, lembrando que houve uma mudança no projeto original, com a decisão de erguer dois trens de refino, um tradicional e outro petroquímico, além de problemas com as chuvas e vistorias do Tribunal de Contas da União (TCU). (Rafael Rosas | Valor)

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