RIO - O diretor de estudos econômico-energéticos e ambientais da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Amílcar Guerreiro, não acredita em uma mudança drástica nas regras do setor energético no caso de vitória da oposição nas eleições presidenciais de outubro. Para o executivo, a tendência é de respeito aos contratos, principalmente na área de energia elétrica.

RIO - O diretor de estudos econômico-energéticos e ambientais da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Amílcar Guerreiro, não acredita em uma mudança drástica nas regras do setor energético no caso de vitória da oposição nas eleições presidenciais de outubro. Para o executivo, a tendência é de respeito aos contratos, principalmente na área de energia elétrica. "Nas áreas mais sensíveis, a rota está dada. Ninguém está pensando que vai haver um grande rompimento", frisou Guerreiro, que participou do Energy Summit, no Rio de Janeiro. O diretor da EPE lembrou que o atual governo conseguiu realizar algumas mudanças de regras, mas sem alterar os contratos firmados. "Esse é um ponto comum e espero que seja mantido. É um ponto de estabilidade importante", acrescentou Guerreiro. Em defesa do atual modelo, o executivo ponderou que atualmente as empresas entram nos leilões de energia para disputar empreendimentos já com licenças ambientais prévias e deixam os certames com contratos fechados que facilitam a obtenção dos financiamentos. "Esses foram avanços importantes que viabilizam a expansão", afirmou Guerreiro. (Rafael Rosas| Valor)

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