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EUA não marcarão novas datas limite para acabar com vazamento no golfo

Washington, 18 ago (EFE).- O encarregado da resposta do Governo americano ao vazamento causado pela BP no Golfo do México, Thad Allen, disse hoje que não serão marcadas novas datas limite para acabar com o desastre.

EFE |

Washington, 18 ago (EFE).- O encarregado da resposta do Governo americano ao vazamento causado pela BP no Golfo do México, Thad Allen, disse hoje que não serão marcadas novas datas limite para acabar com o desastre. Segundo Allen, a operação para vedar definitivamente o poço danificado continua adiada por preocupações sobre a pressão no local. Assim, Allen desmente as previsões que ele próprio fez na segunda-feira, quando afirmou que o Governo americano e a BP decidiriam até hoje um plano para terminar a escavação do poço auxiliar que permitirá fechar a parte inferior do poço danificado. A BP esperava dar sinal verde à operação no final da semana passada, mas o medo da formação de um ciclone tropical na região interrompeu as tarefas de escavação do poço auxiliar. Segundo Allen, as equipes de engenheiros optaram agora por "aumentar as precauções" e não dar nenhum passo até que saibam claramente quando devem substituir o sistema de válvulas que controla a pressão no poço. Os especialistas se dividem entre mudar o sistema, situado no topo do poço, antes ou depois de completar a operação de vedação. "Não daremos a ordem de continuar até que estejamos satisfeitos com as provas e tenhamos eliminado qualquer sombra de dúvida", disse Allen em uma teleconferência. Segundo Allen, a preocupação das equipes é com a possibilidade de que a pressão no poço aumente com a conexão com o poço auxiliar para a injeção do poço. Quando os engenheiros decidirem continuar com a operação, precisarão de quatro dias para escavar os 15 metros que faltam ao poço auxiliar e "mais vários dias" para terminar o fechamento do poço danificado, disse Allen. O desastre ecológico no Golfo do México, o maior da história dos Estados Unidos, começou em 20 de abril depois da explosão e posterior afundamento da plataforma "Deepwater Horizon", operada pela BP. Onze pessoas morreram no acidente, cujos motivos ainda não foram esclarecidos. EFE. llb/bba

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