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Termina amanhã o prazo para contribuições à consulta pública que cria um novo DDD, o 10, para a cidade de São Paulo

Termina amanhã o prazo para contribuições à consulta pública que cria um novo DDD, o 10, para a cidade de São Paulo. O objetivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), ao criar o novo código, é duplicar o número de linhas fixas e móveis na capital paulista, já que os números atrelados ao DDD 11 estão se esgotando. Assim, um mesmo número de telefone passará a ter dois códigos de DDD: o 10 e o 11. Serão linhas diferenciadas, para atender a demanda. A tarifa da ligação entre os números DDD 10 e 11, no entanto, será de chamada local.

Depois da mudança, para fazer uma ligação para os atuais celulares, a pessoa deverá discar 11 e o número antigo. Para chamar os celulares adquiridos a partir da alteração, será necessário discar 10 e outros oito dígitos. Por isso, na hora de dar o número para um cliente ou amigo, por exemplo, a pessoa terá de informar os dez dígitos de seu telefone. A mudança deve custar R$ 135 milhões, segundo a Anatel.

O parecer apresentado pela conselheira Emília Ribeiro em maio destaca que atualmente a disponibilidade numérica na região metropolitana de São Paulo é de 37 milhões de celulares. "Persistindo o crescimento da demanda, a quantidade de recursos de numeração alcançará a capacidade existente no final de 2010. Donde se verifica a necessidade iminente de implementação de uma solução que garanta a disponibilidade desse recurso", diz o texto da consulta pública, que está disponível no site da Anatel (www.anatel.gov.br).

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