Maior impacto de suspensão das vendas é na imagem, não no financeiro, diz TIM

Diretor afirma que a operadora tem feito gastos adicionais em marketing e publicidade para recuperar a confiança dos consumidores

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A operadora de telefonia TIM avalia que a restrição de 11 dias à venda de novas linhas entre o final de julho e início de agosto terá maior impacto na imagem da companhia junto aos consumidores do que nos resultados financeiros. "Diríamos que foi um impacto imaterial, muito pequeno", afirmou o diretor de Relações com Investidores da empresa, Rogério Tostes, após participar de apresentação a investidores promovida pela Apimec na ExpoMoney.

Ele disse que a empresa já tem uma ideia desse impacto, mas evitou mencionar valores. Tostes ressaltou que a empresa está efetuando gastos adicionais em marketing e publicidade para recuperar a imagem da empresa entre os consumidores.

Esses gastos, destacou, devem transparecer nas linhas do balanço do terceiro trimestre. "O impacto (da suspensão) à imagem é difícil mensurar", afirmou.

Números de agosto

Para Tostes, a recuperação nas vendas de novas linhas da TIM em agosto pode estar relacionada a uma demanda reprimida após a suspensão das vendas por 11 dias.

"Pode ter sido um pouco de demanda reprimida, pois não fizemos nenhum esforço adicional. Nossa política comercial se manteve idêntica", afirmou.

Nos dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a TIM liderou as adições liquidas no mês de agosto, com 724 mil novas linhas, à frente da Oi (307 mil), Vivo (306 mil) e Claro (146 mil).

Dessa forma, a operadora obteve uma fatia de mercado superior à verificada nos meses anteriores à suspensão das vendas, imposta pela Anatel por problemas na prestação de serviços.




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