Na América do Sul, montadora tem linhas de produção de veículos pesados na Colômbia, na Venezuela e no Equador

A General Motors (GM) vai avaliar o retorno ao mercado brasileiro de caminhões até 2015, informou hoje o presidente da montadora na América do Sul, Jaime Ardila. De acordo com o executivo, a companhia ainda vai analisar se terá no país uma unidade de produção ou se importará os veículos de outras operações espalhadas pelo mundo.

Na América do Sul, a GM tem linhas de produção desses veículos pesados na Colômbia, na Venezuela e no Equador. Um acordo entre o Mercosul e o bloco comercial andino para reduzir o imposto de importação de veículos ao patamar de 15% até 2015 tornaria viáveis as importações de unidades da região, afirmou Ardila.

Apesar do plano, ele adiantou que a montadora não tomará nenhuma decisão nesse sentido até o fim de um amplo programa de renovação de seu portfólio de automóveis e comerciais leves, o que só deve ocorrer no início de 2013.

A companhia chegou a produzir caminhões sob a marca GMC em São José dos Campos, mas a operação foi encerrada em 2000.

As declarações de Ardila foram dadas durante apresentação à imprensa da presidente da GM no Brasil, Denise Johnson, que assumiu o posto no dia 1 de julho. Ela afirmou que sua experiência como engenheira de produtos na matriz americana pesou em sua nomeação ao comando da filial brasileira, no momento em que a montadora colocou como prioridade a renovação de sua linha de produtos no Brasil. "A escolha de uma pessoa com a minha formação não é coincidência", disse.

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