A CSA, siderúrgica inaugurada em julho na zona oeste do Rio, foi autuada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão executivo da Secretaria Estadual do Ambiente (SAE), por poluição causada por material particulado

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A CSA, siderúrgica inaugurada em julho na zona oeste do Rio, foi autuada pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão executivo da Secretaria Estadual do Ambiente (SAE), por poluição causada por material particulado. O valor da multa pode variar de R$ 800 a R$ 2 milhões e será definido após análise do relatório de vistoria e de reunião com técnicos da empresa, marcada para hoje. A CSA foi notificada a reduzir a produção do seu alto-forno num prazo de cinco dias. Caso não cumpra com o estabelecido, pode ser multada novamente e interditada. Na última sexta-feira, dia 13, técnicos do Inea fizeram uma vistoria nos locais atingidos pelas partículas e também no interior da empresa, depois de receber denúncias de moradores da região, informou a assessoria de imprensa. Hoje, os técnicos do órgão fizeram uma nova visita ao local. O Inea constatou que as partículas provinham, principalmente, da operação de basculamento e resfriamento do ferro-gusa, não lingotado, em poços de emergência, depois de serem produzidos no alto-forno, devido a problemas ocorridos nas máquinas de lingotamento. Em virtude da poluição provocada nas vizinhanças, a CSA será multada por crime ambiental, de acordo com a Lei nº 3.467/2000. A companhia é uma parceria da Vale com a alemã ThyssenKrupp.

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