A grife italiana Dolce & Gabbana, que mostrou coleção de verão hoje em Milão, vai retirar a marca jovem D&G do mercado. Ela foi criada no início dos anos 1990, mas sai de linha pois a estratégia agora é focar na marca principal, informaram os estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabbana, em comunicado.
A companhia faturou US$ 1,54 bilhão no ano fiscal terminado em março, com crescimento de 10%, segundo a Bloomberg. No ano anterior as vendas ao atacado haviam caído 13%, quando a crise econômica global afetou o mercado de produtos de luxo.
Mas o cenário previsto pelas grifes de luxo para os próximos anos é otimista. No varejo on-line, segundo um estudo feito pela Fundação Altagamma, as vendas de produtos de luxo devem mais do que dobrar até 2015, conforme o jornal Valor publicou na edição desta terça-feira. Esse tipo de venda na internet ainda é apenas 2,6% do mercado mundial de luxo, avaliado em 172 bilhões de euros.
Segundo a Fundação, que reúne 80 grifes de luxo, as vendas de artigos de luxo na internet passariam de 4,5 bilhões de euros, em 2010, para 11 bilhões de euros em 2015. O estudo foi feito em sete países (EUA, França, Grã-Bretanha, Itália, Alemanha, Japão e China).
A coleção da grife italiana apresentada hoje na semana de moda de Milão, que vai até 27 de setembro, trouxe vestidos feitos de lenços de seda -- uma composição colorida e elegante (ver fotos abaixo). A companhia faturou US$ 1,54 bilhão no ano fiscal terminado em março, com crescimento de 10%, segundo a Bloomberg.
No anterior as vendas ao atacado haviam caído 13%, quando a crise econômica global afetou o mercado de produtos de luxo. A companhia italiana emprega cerca de 3,4 mil pessoas e tem uma rede de 91 lojas próprias.
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