Conheça empresas sobreviventes de setores dados como mortos

Na lista estão a última fábrica de máquinas de escrever, de filmes polaróide e de pinball do mundo e de discos de vinil da AL

Patrick Cruz, iG São Paulo | 23/05/2011 13:13

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A última fábrica de pinball

Já faz mais de uma década que a Stern defende sozinha o território dos pinballs. O destino de solidão foi rascunhado em 1999: naquele ano, a Williams Manufacturing Company, então uma das remanescentes desse segmento, decidiu concentrar sua área de entretenimento na WMS Gaming, fabricante de caça-níqueis e divertimentos do gênero. Também em 1999, a Sega, fabricante de jogos eletrônicos – como o Sonic, um de seus maiores sucessos e mascote da empresa desde 1991 – seguiu a decisão da concorrente e se desfez da linha de produção de pinballs. Seria o fim se Gary Stern não tivesse aparecido. Continue a ler

Foto: Getty Images

Máquina de pinball, o popular fliperama, em plena atividade em 2011

A última fábrica de filme polaróide

Quando dez ex-funcionários da Polaroid uniram-se, em 2008, eles ressuscitaram a fotografia de revelação instantânea, um nicho que naquele momento já não interessava nem à própria Polaroid, sua criadora. Hoje, são 36 pessoas trabalhando na fábrica do The Impossible Project, em Enschede, na Holanda. Eles são os derradeiros defensores da fotografia em polaróide, o filme de revelação imediata. Continue a ler

Foto: Divulgação

Imagem do Impossible Project, que garantiu sobrevida à fotografia de revelação instantânea

A última fábrica de máquinas de escrever

Com um chapéu enterrado na cabeça, sob a chuva, numa tarde de outono, com um cravo na lapela, o velho redator foi ao cemitério. A máquina de escrever morreu. Não havia lágrimas no enterro porque lá não estavam os pranteadores, ocupados com seus modernos tablets, seus práticos mobiles, seus funcionais gadgets. Mas também não havia defunto. A despeito do som das trombetas, a velha máquina não bateu as botas. Que se cancelem os obituários. Continue a ler

Foto: Getty Images

A máquina de escrever como coadjuvante em imagem de 1922: o fechamento da última fábrica do gênero foi alarme falso

A última fábrica de discos de vinil da América Latina

Eis “a grande verdade dos tempos modernos”, segundo a definição do empresário João Augusto Ramos: há comprador para tudo. No momento em que até o CD sentia o golpe da música distribuída pela internet, o dono da gravadora Deckdisc entregou-se à indelével verdade por ele atestada – e com essa máxima em riste, ele comprou uma fábrica de discos de vinil. A operação acaba de completar dois anos. Se há comprador para tudo, os consumidores de discos de vinil agora levam para casa os da Polysom, a única fabricante do gênero que restou viva na América Latina. Continue a ler

Foto: Divulgação

O corte do acetato, uma das etapas de produção de discos de vinil da Polysom

Leia mais:

Sucesso não é garantia de sobrevida de produtos e marcas

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