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A diretora de Relações Institucionais e Novos Negócios da Telefônica, Leila Loria, afirmou hoje que o interesse do grupo pela fatia da Portugal Telecom (PT) na Vivo tem como pano de fundo a busca da convergência dos serviços de telecomunicações. "Esse é o movimento que faz a gente querer ter o controle da Vivo, sem dúvidas", afirmou a executiva, ao destacar também as sinergias que o grupo, que já detém 50% da Vivo, teria com a operação, que podem chegar US$ 2,8 bilhões por ano.

A diretora de Relações Institucionais e Novos Negócios da Telefônica, Leila Loria, afirmou hoje que o interesse do grupo pela fatia da Portugal Telecom (PT) na Vivo tem como pano de fundo a busca da convergência dos serviços de telecomunicações. "Esse é o movimento que faz a gente querer ter o controle da Vivo, sem dúvidas", afirmou a executiva, ao destacar também as sinergias que o grupo, que já detém 50% da Vivo, teria com a operação, que podem chegar US$ 2,8 bilhões por ano. Segundo ela, a integração entre a telefonia fixa e móvel ainda não é uma realidade, mas, será no futuro. "Daqui a alguns anos o próprio consumidor vai demandar (esse serviço)". E completou: "Para a Telefônica é um interesse estratégico poder integrar os serviços móveis lá na frente". O Brasil é hoje o maior investimento do grupo fora da Espanha. A Telefônica fez uma oferta de 5,7 bilhões de euros pela fatia da Portugal Telecom na Vivo, que não foi aceita pela empresa. Esta semana, o grupo espanhol ameaçou fazer uma oferta hostil pela PT caso ela não aceite a proposta inicial de venda da Vivo. A diretora lembra que um dos argumentos da Telefônica é que a Portugal Telecom não analisou a proposta do ponto de vista do acionista. "Parece que não", disse ela, que participou do III Foro Brasil-União Europeia, no Rio.

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