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Presidente da PT espera que acionistas votem contra venda da Vivo

Assembleia geral de acionistas acontece na próxima quarta-feira

EFE |

O presidente da companhia Portugal Telecom (PT), Zeinal Bava, considera que a oferta da Telefónica pela parte da empresa portuguesa na Vivo "não é uma oferta sobre a PT, mas sim sobre a metade da PT".

Em entrevista publicada hoje no jornal "Expresso" Bava lembrou que a empresa que dirige está "sempre" preparada e avisou que quando a subestimam "as coisas vão mal".

A Telefónica oferece, desde o dia 2 de junho, 6,5 bilhões de euros para ficar com 100% da Brasilcel, a companhia com a qual a PT e a Telefónica controlam juntas 60% da Vivo. A empresa portuguesa decidiu levar esta proposta a sua assembleia geral no próximo dia 30 de junho. Durante a reunião, o presidente da PT reafirmou suas declarações recentes - chamou a operação da Telefónica de "traição" - e insistiu que a empresa portuguesa quer manter a Vivo, operador móvel líder no Brasil, porque "vai ela vai valorizar muito no futuro".

"Vou à Assembleia Geral do dia 30 com a convicção de que todos os investidores a longo prazo vão nos apoiar", disse Bava.

Os principais acionistas da PT, depois que Telefónica vendeu esta semana 8% de sua participação, são o grupo financeiro português Espírito Santo (7,99%), o fundo americano Brandes Investment Partners (7,89%), o banco público Caixa Geral de Depósitos (CGD) (7,3%) e o conglomerado português Ongoing (6,74%).

O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou ontem que Portugal, que mantém direitos especiais de veto na PT, disse ao CGD que vote contra a oferta da Telefónica.

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