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Plano de banda larga deve estimular varejo online

Investimentos tendem a popularizar o consumo pela internet no País, que ainda está concentrado nas classes A e B

Claudia Facchini, iG São Paulo |

O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), programa do governo para ampliar o acesso à internet no País, deve favorecer o comércio eletrônico, avaliam executivos do setor. O maior obstáculo para o varejo virtual é a escassez de conexões de banda larga - elas ainda são inacessíveis para muitos brasileiros.

Na avaliação do diretor de e-commerce da Máquina de Vendas, Marcelo Ribeiro, o consumo online deve entrar em uma terceira fase no mercado brasiliero, com a entrada das classes C e D na internet. Esse movimento deve alçar os sites que já estão em operação para um novo patamar de vendas, além de despertar o interesse de novos investidores.

A primeira fase do varejo online foi a do pioneirismo, quando as primeiras varejistas lançaram as suas operações de comércio eletrônico no País, em 1999, como o Ponto Frio, a Lojas Americanas e o Grupo Pão de Açúcar, que criou na época o já extinto site Amélia. Em 2005, a abertura de capital do Submarino e a posterior fusão da varejista com a Lojas Americanas foram um novo marco para o comércio eletrônico brasileiro, inaugurando a fase das grandes operações. Agora, neste momento, o maior desafio do setor é a popularização das vendas pelas internet.

Segundo Ribeiro, a Máquina de Vendas estará bem posicionada para aproveitar essa terceira onda do comércio eletrônico por reunir três varejistas com forte apelo popular: a Insinuante, da Bahia, a Ricardo Eletro, de Minas Gerais, e a City Lar, de Mato Grosso.

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