União com chilena fortalece atuação da TAM em longas distâncias, enquanto Gol mantém foco no mercado doméstico, diz executivo

O ganho de escala da TAM após sua fusão com a Lan Chile não deve impactar os resultados da Gol, afirmou o gerente-geral de relações com investidores da Gol, Rodrigo Alves. Para ele, o negócio favorece a atuação de TAM e LAN em rotas de longa distância, segmento pouco explorado pela Gol.

"No exterior, quando as grandes companhias se fundiram, as empresas de baixo custo continuaram a operar de forma rentável", afirmou ao iG o executivo.

Questionado se a operação internacional da Gol deve sofrer com a fusão das concorrentes, Alves ressaltou que apenas 10% da receita da empresa é oriunda de voos para o exterior. "O foco da Gol é o mercado doméstico e, principalmente, rotas de até três horas de duração."

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