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Número de passageiros transportados pela TAP no Brasil sobe 28%

RIO - O bom momento econômico brasileiro contribuiu para um crescimento de 28% no número de passageiros transportados pela TAP entre Brasil e Portugal no período de janeiro a setembro, na comparação com igual período do ano passado

Valor Online |

. Já as vendas de passagens pela companhia portuguesa no Brasil subiram 55% em igual período. Nos nove primeiros meses do ano, a empresa aérea transportou 1,079 milhão de passageiros entre Brasil e Europa. Para o fechamento do ano, a expectativa da TAP é que sejam transportados 1,450 milhão de passageiros entre Brasil e Europa, o que configuraria um aumento de 24% em relação aos 1,169 milhão transportados no ano passado. O vice-presidente da companhia, Luiz Mór, ressaltou que o número de passageiros que iniciaram a viagem no Brasil chegou a 51% do total. Desde julho, a TAP tem 70 voos semanais ligando o Brasil Portugal, a partir de nove cidades brasileiras - São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Natal. "Os destinos que têm demanda maior são Rio de Janeiro e São Paulo", disse Mór, lembrando que 65% dos 1,079 milhão de passageiros transportados pela empresa até setembro passaram pelos aeroportos do Sudeste e de Brasília. O número total de passageiros transportados pela TAP pelos aeroportos do Sudeste e Brasília cresceu 34% em relação aos nove primeiros meses de 2009, para 692.682. No Nordeste o crescimento foi de 19%, para 386.636 passageiros. O executivo evitou falar em projeções ou aberturas de novos voos, mas comemorou o índice de ocupação de 94% nos voos da empresa no Brasil em outubro. No acumulado entre janeiro e setembro esse patamar foi de 83%, bem acima dos 71% do ano passado. Apesar de não traçar perspectivas de crescimento, Mór destacou que a forte demanda no Brasil foi a principal razão para que o número de voos semanais da empresa tenha passado de 57 em 2009, para 70 este ano. "A demanda está com forte crescimento no Brasil, África e Rússia", disse Mór, acrescentando que os mercados europeu e americano já registraram alguma melhora, depois de uma forte queda por conta da crise internacional em 2008. (Rafael Rosas | Valor)

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