A oferta melhorada da Telefónica para comprar a participação indireta da Portugal Telecom na Vivo Participações ainda é insuficiente, afirmou o executivo-chefe da empresa portuguesa, Zeinal Bava. "A oferta não reflete o valor estratégico deste ativo para a Telefónica", disse Bava, no texto de apresentação entregue em uma conferência.

A oferta melhorada da Telefónica para comprar a participação indireta da Portugal Telecom na Vivo Participações ainda é insuficiente, afirmou o executivo-chefe da empresa portuguesa, Zeinal Bava. "A oferta não reflete o valor estratégico deste ativo para a Telefónica", disse Bava, no texto de apresentação entregue em uma conferência. A gigante espanhola de telecomunicações elevou, na semana passada, sua oferta pela participação da Portugal Telecom na Brasilcel, holding que controla a Vivo no Brasil. A Telefónica aumentou a proposta para 6,5 bilhões de euros, dos 5,7 bilhões de euros oferecidos anteriormente e que tinham sido rejeitados pela PT. A companhia portuguesa convocou uma reunião de acionistas para o dia 30 de junho para discutir a nova oferta. A Vivo é considerada um ativo estratégico pelas duas empresas que enfrentam uma estagnação das receitas em mercados maduros da Europa, o que posiciona o Brasil como sua principal plataforma de crescimento. As informações são da Dow Jones.

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