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Comércio varejista tem melhor semestre da história

Em junho de 2010, as vendas do varejo cresceram 1%. A receita nominal apresentou alta de 0,5%

iG São Paulo |

O comércio varejista do País apresentou, no primeiro semestre do ano de 2010, um crescimento de 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo divulgou nesta quarta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi superior não só ao do segundo semestre de 2009, que alcançou 7,2%, como também de toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio, iniciada em 2001, principalmente a partir do ano de 2004, quando passa a ter índices semestrais positivos.

AE
Comércio manteve-se com resultado positivo
De acordo com o IBGE, cabe ressaltar que no primeiro semestre de 2009 a economia brasileira sofria a influência da crise financeira internacional. "Somente em meados do segundo semestre daquele ano que a economia começa a se estabilizar, com suas atividades se aproximando dos patamares do período pré-crise."

Segundo o levantamento divulgado nesta quarta, o comércio varejista manteve-se com resultado positivo no mês junho de 2010, apresentando taxas de 1% no volume de vendas e de 0,5% na receita nominal, ambas as variações com relação ao mês anterior ajustadas sazonalmente. O resultado completa também dois meses consecutivos de crescimento no volume de vendas após a forte queda do mês de abril. Para a receita nominal de vendas, é o sexto mês consecutivo de taxas positivas, como aponta a evolução dos indicadores de base fixa.

Nas demais comparações, obtidas das séries originais sem ajuste sazonal, o varejo nacional obteve, em termos de volume de vendas, acréscimos da ordem de 11,3% sobre junho do ano anterior e de 9,3% no acumulado dos últimos 12 meses. Para os mesmos indicadores, a receita nominal de vendas apresentou taxas de variação de 14% e de 12,4%, respectivamente.

Atividades

O segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, com variação de 11,9% no volume de vendas em junho sobre igual mês do ano anterior, é o principal responsável pelo crescimento da taxa do varejo (50%). Segundo o instituto, o resultado se justifica ainda pelo aumento do poder de compra da população, além do comportamento dos preços no setor que evoluíram, no acumulado dos últimos 12 meses, em 3,5% no Grupo Alimentação no Domicilio, abaixo da inflação global medida pelo IPCA (4,8%).

A atividade de móveis e eletrodomésticos, com alta de 17% no volume de vendas em relação a junho do ano passado, foi responsável pela segunda maior contribuição (23%) da taxa global do varejo. "Esse resultado deve ser atribuído ainda às vendas relacionadas ao evento da Copa do Mundo, aliado a ampla oferta de crédito", afirma o IBGE.

 

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