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Anatel: universalização da banda larga traz inclusão social

O gerente de regulamentação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Bruno Ramos, afirmou hoje que, mais importante do que a discussão em torno da reativação da Telebrás, é o empenho do governo em promover a universalização da banda larga no País. O executivo, que participou hoje do XXII Fórum Nacional, defendeu a expansão da banda larga como forma de inclusão social.

AE |

O gerente de regulamentação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Bruno Ramos, afirmou hoje que, mais importante do que a discussão em torno da reativação da Telebrás, é o empenho do governo em promover a universalização da banda larga no País. O executivo, que participou hoje do XXII Fórum Nacional, defendeu a expansão da banda larga como forma de inclusão social. Segundo ele, este é o modelo que o governo brasileiro vem tentando implementar para que, nos próximos dez anos, o País possa crescer mais do que as taxas registradas na última década. "O relevante é o Estado brasileiro colocando linhas de ação para que todos os brasileiros tenham condições a ter capacidade, e a partir daí poder utilizar as telecomunicações como subsídio para a introdução do indivíduo no meio onde se encontra", disse. O executivo lembrou que, desde a privatização da telefonia no Brasil, foi possível elevar de 10 milhões para 190 milhões o número de acesso à celulares no Brasil. O executivo não quis comentar notícias de que com a entrada da Telebrás no mercado de banda larga e a possível transferência de toda a prestação de serviço da administração pública para a companhia possam resultar em uma perda de R$ 20 bilhões para as empresas de telecomunicação no País. O executivo afirmou que, a Anatel como órgão regulador tem como objetivo verificar se as atividades prestadas pela empresa estão dentro da legalidade, concluiu.

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