Os resultados vieram melhores do que os registrados no mesmo período do ano passado, quando as perdas da companhia acumularam US$ 390 milhões

Ao contrário das principais concorrentes, a AMR, controladora da companhia área americana American Airlines, registrou prejuízo de US$ 10,7 milhões no segundo trimestre, ou US$ 0,03 por ação. Os resultados vieram melhores do que os registrados no mesmo período do ano passado, quando as perdas da companhia acumularam US$ 390 milhões, ou US$ 1,39 por ação. No entanto, as projeções dos analistas apontavam para prejuízo de US$ 0,01 por ação para o período. "Esses resultados incluem o impacto do aumento dos preços dos combustíveis, comparados com o segundo trimestre do ano passado. Incluindo o impacto do hedge de combustível, a AMR pagou cerca de US$ 334 milhões a mais pelos combustíveis no período", justificou a companhia, em nota.

A receita da AMR somou US$ 5,67 bilhões, o que representou uma alta anual de 16% no período. Com praticamente a mesma alta, de 16,8%, ficou a receita da empresa por passageiro, medida pela oferta de acentos disponíveis. "Apesar de os preços crescentes dos combustíveis terem pressionado dramaticamente nossas despesas neste trimestre, nós fizemos um progresso substancial melhorando nossa performance financeira comparativamente tanto na passagem do ano quanto nos trimestres sequenciais", constatou o presidente executivo da companhia, Gerard Arpey.

A empresa informou ainda que recebeu aprovação dos órgãos regulatórios sobre o acordo de cooperação com a British Airways e a Iberia, para operarem em conjunto nas rotas transatlânticas entre América do Norte e Europa. A construção de parcerias com empresas internacionais é uma das estratégias da empresa para recuperar os resultados. Nesta semana, as maiores concorrentes da American Airlines, a Delta e a United Airlines, apresentaram bons lucros.

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