Ribeirão Preto, 25 - As duas principais usinas do Grupo Alto Alegre, a Alta Mogiana, em São Joaquim da Barra (SP), e a própria Alto Alegre, em Presidente Prudente (SP), relataram um lucro líquido total de R$ 258 milhões no ano fiscal encerrado em 30 de abril de 2010

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Ribeirão Preto, 25 - As duas principais usinas do Grupo Alto Alegre, a Alta Mogiana, em São Joaquim da Barra (SP), e a própria Alto Alegre, em Presidente Prudente (SP), relataram um lucro líquido total de R$ 258 milhões no ano fiscal encerrado em 30 de abril de 2010. No ano anterior, as companhias registraram um prejuízo líquido somado de R$ 72,2 milhões. Os dados constam nas demonstrações financeiras das usinas publicadas hoje no "Diário Oficial" do Estado de São Paulo. A Alto Alegre reverteu um prejuízo líquido de R$ 30,471 milhões para lucro de R$ 142,918 milhões entre 2009 e 2010. Entre os mesmos períodos a Alta Mogiana saiu de R$ 41,733 milhões de prejuízo líquido para lucro de R$ 115,090 milhões. A disparada na receita com as vendas de produtos - açúcar, etanol e energia - foi o principal fator para os resultados positivos das duas companhias. O faturamento saltou de R$ 1,052 bilhão, em 2009, para R$ 1,423 bilhão no ano encerrado em 31 de abril de 2010. Além das unidades, o Grupo Alto Alegre, com 100% de capital nacional do País, tem outras três usinas, todas no Paraná, nas cidades de Santo Inácio, Colorado e Florestópolis. A última usina, a Cofercatu, em Florestópolis, foi comprada no início de abril deste ano por R$ 182 milhões. Com a aquisição o Grupo deve processar 15 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2010/2011. O Grupo Alto Alegre estaria ainda na disputa para a compra da usina de açúcar e álcool da Cooperativa Agroindustrial de Rolândia (PR) (Corol), juntamente com o Grupo Santa Terezinha e ainda a indiana Shree Renuka Sugars. A Corol deve se desfazer de alguns ativos, como a usina, no processo de fusão com a Cooperativa Agroindustrial de Maringá (Cocamar). No entanto, a própria compra da Usina Cofercatu e problemas operacionais da Corol seriam empecilhos para o Grupo Alto Alegre no negócio.

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