O contrato dezembro fechou com alta de 1,26%, em US$ 4,4150 por bushel

selo

A produtividade menor que a esperada nas primeiras lavouras de milho colhidas nos Estados Unidos na safra 20010/11 sustentou os preços do milho na Bolsa de Chicago, ontem. O contrato dezembro fechou com alta de 1,26%, em US$ 4,4150 por bushel. Como a demanda internacional pelo grão americano tem estado forte, qualquer queda de rendimento preocupa os participantes do mercado, ainda que se espere uma produção próxima do recorde no país.

Os preços futuros de trigo também subiram, embora tenham fechado bem abaixo do maior valor negociado no dia, de US$ 7,29 por bushel. O contrato dezembro fechou com alta de 1,37%, em US$ 7,0450. A estiagem no oeste da Austrália e na Argentina, dois dos maiores produtores mundiais, pode afetar a produtividade das lavouras do cereal. Analistas esperavam que a produção de ambos os países compensasse as perdas no Leste Europeu.

Na contramão, as cotações da soja fecharam com queda, pressionadas por realizações de lucro após três pregões de altas consecutivas. O contrato novembro cedeu 0,34%, para fechar em US$ 10,2250 por bushel. Na Bolsa de Nova York, os futuros de café arábica fecharam com alta de 1,43%. O mercado continua sustentado pela demanda e pela escassez de grãos de alta qualidade, cuja oferta não será recomposta até outubro, quando começa a colheita na América Central e na Colômbia.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.