Publicidade
Publicidade - Super banner
Empresas
enhanced by Google
 

Consumo de pescado no País cresceu 39,7% em 7 anos

O consumo de pescados no Brasil aumentou 39,78% nos últimos sete anos, mas ainda está abaixo do que é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e da média mundial

AE |

selo

O consumo de pescados no Brasil aumentou 39,78% nos últimos sete anos, mas ainda está abaixo do que é recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e da média mundial. Segundo balanço divulgado hoje pelo ministro da Pesca e Aquicultura, Altemir Gregolin, o consumo anual por habitante no Brasil aumentou de 6,46 quilos em 2003 para 9,03 quilos no ano passado.

A recomendação da OMS, no entanto, segundo o próprio ministro, é de consumo de 12 quilos por habitante por ano. "Acredito que, no máximo, em cinco anos atingiremos essa meta", disse o ministro. Já a média mundial de consumo de peixe está na casa dos 16 quilos por habitante/ano. Gregolin afirmou que essa média é inflada por países que tradicionalmente consomem muito peixe, como é o caso do Japão, onde o consumo per capita (por pessoa) anual é de 60 quilos.

A produção brasileira de pescado também vem aumentando e passou de uma média de 990 mil toneladas em 2003 para 1,2 milhão de toneladas no ano passado. O volume ainda é bem inferior ao potencial estimado pelo governo para ser alcançado no longo prazo, que é de 20 milhões de toneladas.

Gregolin afirmou que o principal foco do ministério para aumentar a produção é estimular o mercado interno. "A preocupação sempre foi maior com relação ao consumo interno do que com as exportações", disse. No ano passado, o consumo total de pescados no Brasil foi de 1,7 milhão de toneladas, o que inclui a importação de pescados, vindo principalmente do Chile, da Argentina e da Noruega. Para o ministro, o aumento do consumo interno vem sendo estimulado pelo crescimento do emprego e da renda e por políticas de fomento à inclusão do pescado na alimentação escolar. Do total de peixes consumidos no Brasil, 30% são produzidos em água doce e o restante no mar.

Leia tudo sobre: ECONOMICO-ECONOMIA

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG