Brasília, 13 - A decisão da União Europeia de propor que cada um dos 27 países membros tenha autonomia para deliberar sobre transgênicos frustrou a tentativa brasileira de obter maior flexibilidade de aceitação de produtos com traços de organismos geneticamente modificados em sua composição

Brasília, 13 - A decisão da União Europeia de propor que cada um dos 27 países membros tenha autonomia para deliberar sobre transgênicos frustrou a tentativa brasileira de obter maior flexibilidade de aceitação de produtos com traços de organismos geneticamente modificados em sua composição. "A União Europeia tomou uma decisão hoje que muda toda a sistemática. Precisamos aguardar e ver o que isso vai significar para as exportações brasileiras", disse o ministro Wagner Rossi, em teleconferência para jornalistas, a partir de Bruxelas, na Bélgica. Na verdade, o assunto ainda está sendo avaliado como proposta. Os países integrantes teriam o poder de restringir ou banir o plantio de sementes geneticamente modificadas a fim de agilizar o processo de aprovação desses produtos. Ao sugerir que cada nação tenha independência para decidir sobre a questão, o braço executivo da UE também tenta resolver as longas disputas a respeito dos transgênicos entre os integrantes do bloco. Quando saiu do Brasil, Rossi planejava pressionar o bloco a aceitar níveis de tolerância de contaminação de organismos geneticamente modificados entre um intervalo de 0,1% a 0,2%.

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