Lagardère pede que EADS repense plano de fusão bilionária com BAE

Companhia afirma que o grupo aeroespacial precisa rever os termos "insatisfatórios" da fusão de US$45 bilhões com a BAE

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A Lagardère, acionista da EADS, disse ao grupo aeroespacial nesta segunda-feira para rever os termos "insatisfatórios" da fusão de US$45 bilhões com a BAE, aumentando a pressão antes que o prazo da reguladora britânica acabe, na quarta-feira da próxima semana.

A exigência da empresa francesa é mais um revés para o plano politicamente sensível para a criação de uma gigante de defesa e aeroespacial e se junta às ressalvas da Alemanha.

No entando, alguns observadores do mercado acreditam que a Lagardère está simplesmente buscando melhores condições para uma futura venda da fatia minoritária na EADS, que fabrica os aviões Airbus.

"Apesar do potencial industrial e estratégico atribuído ao plano, ele ainda não demonstrou que criará valor para a EADS", afirmou a Lagardère em comunicado.

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