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Empresas descartam que inclusão em lista negra do BM prejudique seus negócios

Nova Délhi, 12 jan (EFE).- As companhias indianas de tecnologia da informação Wipro e Megasoft afirmaram hoje que o fato de estarem na relação de empresas com as quais o Banco Mundial (BM) se nega a trabalhar não afetará negativamente seus resultados econômicos.

EFE |

O BM divulgou ontem uma "lista negra" de empresas com as quais a entidade não assinará contratos de serviços nem lhes permitirá participar dos projetos que financia, como garantia de "transparência" em seus procedimentos.

No documento, no qual estão várias empresas indianas, há três empresas de tecnologia da informação: Wipro, Megasoft e Satyam, cujo presidente renunciou na última semana após reconhecer uma fraude contábil de mais de US$ 1 bilhão.

O diretor-executivo da empresa especializada em software Megasoft, G.V. Kumar, citado pela agência Ians, afirmou que o anúncio da entidade multilateral não terá um "impacto financeiro na companhia".

Kumar alegou que a Megasoft não tem negócio algum com o BM desde 2004, enquanto a proibição, por um período de quatro anos, entrou em vigor em dezembro de 2007.

O diretor atribuiu a decisão de vetar a Megasoft ao fato de que a firma tinha negócios com funcionários da instituição. EFE mb/fal

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