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Empresas da região de Campinas estudam esquema de férias coletivas

Empresas de produção de componentes de alta tecnologia da região de Campinas podem aderir à alternativa de dar férias coletivas antecipadas aos seus funcionários, como ocorre em Manaus, mas a possibilidade ainda não saiu da fase de estudo, conforme apontam especialistas na região. Segundo informou o empresário e 1º vice-diretor da unidade do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) em Campinas, José Nunes Filho, as empresas que trabalham com componentes taxados em dólar, sobretudo eletroeletrônicos, optam ou pretendem optar pelas férias coletivas antecipadas em vez de aumentar os preços de seus produtos.

Agência Estado |

"Ainda não fechamos a sondagem industrial referente ao mês de setembro, mas devemos ter esses indicativos em breve. Se isso (férias coletivas antecipadas) não ocorre ainda em Campinas, poderá ocorrer, afinal, nenhum futurólogo ou economista tem acertado o que vai ocorrer no dia seguinte, com essa crise", afirmou.

Nunes Filho informou porém que na Sanphar S.A., empresa farmacêutica veterinária em Campinas da qual é presidente, não houve retenção de plano de crescimento e desenvolvimento. "Sou importador de matéria prima. O que pode ocorrer é haver um pouco de inflação. Isso facilita a situação dos exportadores, que vão ter condição de ter preços melhores. Pode se exportar menos, mas vai se receber mais por essa exportação. E as empresas que não colocam tudo no mercado internacional, põem no mercado interno", afirmou. "O Brasil sentirá os respingos da crise mundial, mas não vai ter problemas tão sérios, porque tem certa auto suficiência.

A área de alta tecnologia e a indústria automobilística devem sofrer algum desemprego, mas nada a ponto de criar desespero."

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