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Empresa recebe aporte adicional e tenta antecipar entrada em operação

A Azul Linhas Aéreas fará o maior investimento para o lançamento de uma companhia aérea na história da aviação mundial. Na semana passada, a empresa obteve um aporte adicional de seus investidores de US$ 50 milhões, elevando sua capitalização para US$ 200 milhões.

Agência Estado |

O anúncio foi feito ontem pelo fundador da empresa, David Neeleman. Com os recursos a mais, a Azul tomou a primeira posição da Virgin America (US$ 170 milhões iniciais) do bilionário Richard Branson.

"Nenhuma empresa começou com tanto dinheiro como nós temos. E por que nós fizemos isso? Porque decidimos crescer um pouco mais rápido do que o plano original, que previa 10 aviões até o final de 2009. Agora vamos ter 16", disse Neeleman, presidente do conselho de administração da Azul, após ter feito o batismo do primeiro jato da companhia, um modelo Embraer 190.

Além de prever uma ampliação da frota, a Azul também pretende antecipar a entrada em operação. O plano inicial previa a estréia em janeiro de 2009, mas a idéia agora é decolar já em dezembro, com cinco jatos da Embraer. Neeleman não anunciou as rotas nas quais a empresa vai operar, mas disse que, a princípio, o objetivo é atender pelo menos 25 cidades brasileiras que não têm vôos diretos para o Rio. Citou alguns exemplos de destinos possíveis, como Uberlândia (MG), Londrina (PR) e Ribeirão Preto (SP).

O jato batizado ontem foi arrendado da JetBlue. Essa operação teve de ser feita para a companhia poder apressar a obtenção do seu certificado como empresa de transporte aéreo (cheta), documento que deverá ser obtido nos próximos 30 dias, segundo o vice-presidente de operações da Azul, Miguel Dau.

Neeleman terá uma participação de 20% na Azul. Outros 5% estão distribuídos entre a sua equipe de executivos. Entram como sócios brasileiros na empreitada o Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, e o grupo Bozano. Do lado americano, os sócios são os fundos Western Presidio, Pequot Capital e Westford Capital. Recentemente, Neeleman revelou que Richard Branson chegou a procurá-lo para montarem juntos uma companhia aérea no Brasil, mas as conversas não prosperaram.

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