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Empresa pretende ter participação no Comperj

A petroquímica Braskem anunciou ontem que formalizou na Petrobras seu interesse em participar das negociações do projeto do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). De acordo com o novo presidente da companhia, Bernardo Gradin, o perfil dessa participação ainda não foi definido, já que ainda há pontos importantes que não foram determinados pela estatal, como o porte dos investimentos necessários e o custo da matéria-prima que será utilizada pela central a ser instalada no local.

Agência Estado |

A Braskem atua na primeira e segunda gerações petroquímicas, segmentos nos quais a Petrobras já afirmou ter interesse em encontrar parceiros. O outro parceiro definido é a Quattor, empresa criada a partir da união dos ativos petroquímicos da Unipar e da própria Petrobras, que adquiriu a Suzano Petroquímica no ano passado.

O projeto inicial do Comperj previa investimentos de US$ 8,4 bilhões, valor que deverá ser revisto por causa da elevação de custos com mão-de-obra e equipamentos. A refinaria do complexo produzirá 1,3 milhão de toneladas de eteno e 881 mil toneladas de propeno por ano, que estão entre as matérias-primas mais importantes da indústria petroquímica. Esse volume corresponde à metade de todo o consumo brasileiro da chamada segunda geração da indústria petroquímica.

Gradin afirmou também que a empresa está interessada em qualquer projeto que possa agregar valor à Braskem, lista no qual incluiu o Comperj e novos investimentos no mercado nacional. A direção da companhia entregará ao conselho de administração da Braskem, entre agosto e novembro, os planos de expansão da companhia para os próximos 10 anos.

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