A possibilidade de queda acentuada no preço das commodities por causa da crise financeira mundial não a afeta o Noble Group no curto prazo, acredita o vice-presidente de operações, Ricardo Leiman. As oscilações não prejudicam o negócio do grupo, segundo ele, porque a companhia faz contratos de hedge (mecanismo de proteção contra flutuações de preços).

"Estamos em posição privilegiada porque temos um balanço de resultados pouco alavancado e forte liquidez", acredita o executivo, que comanda todas as operações da uma gigante espalhada em mais de 100 escritórios, em 40 países. Aos 40 anos, os dois últimos na companhia asiática, o economista formado pela USP tem experiência no setor de commodities. Já dirigiu as operações da francesa Louis Dreyfus e trabalhou nas tradings Trader Classified Media e Soft Commodities.

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