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Para Luiz Carlos Batista, que passa a responder pela presidência do conselho da Máquina de Vendas, o mais importante no processo de integração entre a Insinuante e a Ricardo Eletro é a velocidade com a qual ela está sendo feita. "Impressiona como, poucos dias depois do anúncio, já estamos fazendo nossa primeira convenção de vendas conjunta e, nas lojas, já temos diretores e gerentes regionais atendendo às duas bandeiras", disse.

Para Luiz Carlos Batista, que passa a responder pela presidência do conselho da Máquina de Vendas, o mais importante no processo de integração entre a Insinuante e a Ricardo Eletro é a velocidade com a qual ela está sendo feita. "Impressiona como, poucos dias depois do anúncio, já estamos fazendo nossa primeira convenção de vendas conjunta e, nas lojas, já temos diretores e gerentes regionais atendendo às duas bandeiras", disse. Segundo Ricardo Nunes, presidente da empresa, os resultados obtidos nos primeiros dias depois da fusão provam que a decisão foi correta. "Em dias ótimos, nossas lojas, separadas, vendiam no máximo R$ 15 milhões", contou. "Para o último sábado, o primeiro depois do lançamento das novas campanhas publicitárias da empresa, jogamos a meta para cima: R$ 20 milhões. E vendemos R$ 22 milhões." "Vem muito mais por aí", afirma Batista. "Até 2014, seremos mil lojas (hoje são 526), 30 mil funcionários (atualmente há 15 mil) e vamos fazer R$ 10 bilhões em vendas (a projeção para este ano é de R$ 5,2 bilhões) em todos os Estados."
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