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Empregado de Madoff que administrava contas dos clientes sofre investigação

Nova York, 23 dez (EFE).- Um empregado que administrava as contas dos clientes de Bernard Madoff está sendo investigado para averiguar sua intervenção na fraude organizada pelo gestor americano que, segundo seus próprios cálculos, poderia ser a maior da história.

EFE |

O diário econômico "The Wall Street Journal" informa hoje, sem identificar suas fontes, que os investigadores estão estudando as atividades de Frank DiPascali, empregado na empresa de Madoff durante mais de 30 anos.

A intenção é saber se ele ajudou Madoff a gerenciar durante mais de duas décadas um esquema de pirâmide com o qual poderia ter causado perdas de US$ 50 bilhões.

Um dos investigadores disse ao jornal que também foi emitida uma convocação a David Friehling, contador de Nova York que auditou as contas da firma.

A Procuradoria Federal, o FBI e a Securities and Exchange Commission (SEC, comissão de valores mobiliários americana) estão investigando a fraude de Madoff.

Este investidor, que até sua detenção, em 11 de dezembro, era considerado uma lenda de Wall Street, é acusado de planejar uma fraude com a qual centenas de investidores, especialmente grandes fortunas, mas também organizações beneficentes, empresas e entidades de todo o mundo, poderiam perder todo seu dinheiro.

O jornal também garante que uma das clientes de Madoff processou a SEC por não ter cumprido sua tarefa de descobrir esta fraude, que gerou perdas a ela de US$ 2 milhões.

Phyllis Molchatsky, de 61 anos, pede US$ 1,7 milhão em indenização à SEC, que agora conta com seis meses para negociar um acordo ou responder à demanda, já que, caso contrário, a investidora poderia iniciar um processo em uma corte federal, segundo o jornal.

EFE mgl/an

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