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Em resposta ao Congresso, GM e Ford vão vender aviões

EUA - A montadora norte-americana General Motors (GM) informou nesta terça-feira que está encerrando suas operações de aviação corporativa no Aeroporto Metro Detroit e vai tentar vender quatro aeronaves para que possa encerrar o arrendamento. A Ford Motor também confirmou que pretende vender seus aviões corporativos como parte de seu plano geral para melhorar o caixa.

Agência Estado |

No mês passado, os executivos-chefes das montadoras GM, Ford e Chrysler foram chamados de arrogantes pelos congressistas norte-americanos por usarem jatos corporativos para irem a Washington para pedir dinheiro público e evitar a falência de suas empresas.

A GM disse que cortes significativos durante o mês passado significam que seu volume de viagens não mais justifica uma operação de aviação corporativa. A montadora pretende fechar suas instalações no aeroporto a partir de 1º de janeiro do ano que vem e vai pedir a operadora do aeroporto para procurar outro interessado para assumir o restante do contrato de arrendamento, que vence em 2009.

Para demonstrar sua real intenção de reduzir os custos, e dessa forma converner o Congresso norte-americano a liberar a ajuda financeira para suas empresas, o executivo-chefe da Ford, Alan Mulally, disse que planeja dirigir 10 horas, de Detroit para Washington, para a audiência desta quarta-feira no Comitê de Bancos do Senado.

O executivo-chefe da GM, Rick Wagoner, planeja dirigir um Chevrolet Malibu híbrido para a audiência. O executivo-chefe da Chrysler, Robert Nardelli, também descartou o uso de um jato privado, mas não disse como vai a Washington.

A Ford, GM e a Chrysler apresentaram nesta terça seus planos para voltarem a ser lucrativas e, assim, conquistarem o apoio do Congresso para um pacote de ajuda financeira. A Ford busca um financiamento emergencial de curto prazo (empréstimo-ponte) de US$ 9 bilhões do governo dos EUA e seu plano inclui investimentos de US$ 14 bilhões nos próximos sete anos, enquanto a companhia reformula seus modelos de 2015 para serem 36% mais eficientes no consumo de combustíveis em comparação com os de 2005. 

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