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A MMX, mineradora do empresário Eike Batista, divulgou hoje nota em que volta a negar irregularidades na licitação de concessão de estrada de ferro no Amapá, objeto de investigações da Polícia Federal na Operação Toque de Midas. Segundo a mineradora, o objeto de acusação além de infundado, negligencia qualquer argumento de ordem econômica.

Ela argumenta que as tarifas praticadas são módicas, reguladas e se referem a prestação de serviço público.

A mineradora também contesta acusações relacionadas à sonegação de impostos federais e irregularidades em venda de ouro, que, afirma, referem-se à empresa MPBA. "Contudo, a MPBA não é controlada pelo grupo do qual pertence a MMX desde janeiro de 2004, quando sequer havia iniciado suas operações de lavra de ouro no Estado", diz.