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Em Londres, Sarkozy e Brown desmentem divergências com Merkel

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, e o premier britânico, Gordon Brown, reunidos em Londres para debater a retomada econômica, desmentiram quaisquer divergências com a Alemanha que, no entanto, não gostou de não ser convidada para o encontro, a alguns dias da cúpula de Bruxelas.

AFP |

Brown e Sarkozy, que a crise econômica pareceu unir nos últimos meses, em detrimento do tradicional eixo franco-alemão, multiplicaram as declarações para negar qualquer diferença com a chanceler alemã Angela Merkel.

"Recebi Merkel há oito dias, conversamos muito", afirmou Sarkozy durante entrevista à imprensa junto com Brown e o presidente da Comissão Européia José Manuel Barroso, ao final de uma reunião consagrada à crise econômica e aos diversos planos de retomada europeus.

"Eu conversei com ela ontem (ndr: domingo), assim como com Gordon Brown e Barroso. Fizemos a mesma análise da situação com Merkel. Não há divergências com ela", insistiu Sarkozy.

Segundo ele, "os pontos de vista se aproximaram imensamente há algumas semanas".

Barroso afirmou por sua vez que considera "impensável" que uma solução européia de relançamento da economia possa ser encontrada sem a Alemanha, primeira potência econômica da União Européia.

Mas o governo de Berlim não escondeu a contrariedade de não ter sido convidado.

"Não acho bom que os três se encontrem sozinhos, sem a nossa chanceler", declarou o ministro alemão das Relações Exteriores Frank-Walter Steinmeier.

Berlim aprovou um plano europeu de 31 bilhões de euros em dois anos, mas Paris e Londres (que ofereceram, respectivamente, 26 bilhões e 23,5 bilhões de euros) queriam que a Alemanha fosse mais longe. Esta se recusa, afirmando que não está preparada para pagar pelos outros só porque dispõe de margens orçamentárias maiores.

npk-et/sd

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