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Em Cumbica, a reforma está pela metade

Se as obras em Guarulhos e Congonhas não terminarem logo, avalia a Infraero, a demanda aquecida vai transformar novamente os dois aeroportos em gargalos da aviação civil brasileira. Segundo a Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), em junho passado, na comparação com o mesmo mês de 2007, a América Latina registrou um crescimento de 12,5% no tráfego de passageiros - foi a mais alta taxa do mundo, a reboque, segundo a Iata, do crescimento econômico latino-americano.

Agência Estado |

Os trabalhos parados nas pistas e nos pátios do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, são hoje a maior dor de cabeça da estatal e do Ministério da Defesa. Os trabalhos em Cumbica foram planejados para que o aeroporto continue recebendo cerca de 550 vôos diários e aumente as operações de pouso e decolagem conforme as obras sejam concluídas, absorvendo assim a demanda crescente.

O problema é que as obras, iniciadas em janeiro de 2005 e com previsão de término para junho de 2008, estão pela metade e paradas desde março passado. O TCU, como revelou o Estado na semana passada, vê um superfaturamento de R$ 62 milhões nas obras tocadas pelo Consórcio Queiroz Galvão, Constran e Serveng - cálculo rejeitado pelas empresas.

Antes da paralisação das obras, a Infraero conseguiu construir as pistas auxiliares de rolamento para aviação de menor porte, fez a terraplenagem do futuro pátio remoto e metade do sistema de drenagem, além de recuperar a pavimentação e a sinalização noturna das pistas principais, uma com 3 mil metros e outra com 3,7 mil metros. O pátio está por construir (apesar da terraplenagem feita), falta asfaltar 1km de uma pista de rolamento e recapear também 1km da pista maior de Cumbica. Guarulhos, assim como Congonhas, tem um problema de falta de pátio de estacionamento para as aeronaves. No caso de Cumbica, isso significa, em vôos internacionais, perda de capacidade operacional e de receita, uma vez que os aviões dessas linhas costumam permanecer no solo, em média, 8 horas.

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