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Em clima de euforia, Bovespa chega a subir mais de 9%

A Bovespa abriu os negócios nesta sexta-feira em clima de euforia e chegou a operar com alta de 9,56%. O otimismo é reflexo da melhora nos preços das commodities e do plano anunciado pelos EUA para sanar a crise. O programa, que deve ser detalhado nesta sexta-feira, também impulsionou as bolsas europeias, americana e asiáticas.

Redação com agências |

 

Acordo Ortográfico Por volta de 12h50, a alta da Bovespa era de 7,08%, aos 51.849 pontos. Já o anúncio do leilão do Banco Central brasileiro e a retomada do otimismo nos mercados levaram o dólar a desabar. Caía 4,89%, cotado a R$ 1,827.

Além do leilão de linha do Banco Central (BC), que ofertará moeda no mercado à vista, a cotação da moeda norte-americana reage à melhora de humor global.

Existe a expectativa de que o governo dos Estados Unidos criará uma agência para coordenar o processo de compra, venda e resgate de instituições financeiras, além de concentrar os créditos podres.

Bolsas europeias

Após o pregão asiático fechar com fortes altas nesta sexta-feira, agora é a vez das bolsas europeias. Até a metade do dia, reagiam positivamente às medidas anunciadas pelo Governo dos EUA para reduzir a pressão sobre o setor hipotecário e financeiro.

Além disso, o Banco Central Europeu (BCE) injetou nesta sexta-feira mais US$ 40 bilhões no mercado de divisas. Na metade do pregão, subiam a Bolsa de Londres (8,1%), a Bolsa de Frankfurt (4%), a Bolsa de Paris (6,3%) e a Bolsa de Madri (6%).

Ontem, Wall Street reagiu favoravelmente às medidas e fechou com alta de 3,9%. O Governo americano, o Federal Reserve (Fed, banco central americano) e o Congresso se uniram para lançar o maior pacote de medidas para conter uma crise, e que permitirá aos bancos se desfazer de seus ativos prejudicados. 

Na Europa, na metade dos pregões, todos os setores empresariais apresentavam alta, menos no setor automobilístico e de autopeças. Os bancos lideravam os ganhos, com alta média de 16%, seguidos das seguradoras, com 12,2%.

Em Frankfurt, a seguradora Allianz ganhava 12,6%, o Commerzbank subia 17,1% e o Deutsche Bank subia 15,2%.

Em Paris e em Londres, as altas dos bancos eram muito maiores: Crédit Agricole subia quase 23%, o Barclays ganhava 30,1% e o Halifax Bank of Scotland (HBOS) subia quase 40%.

Ásia

Entre as Bolsas asiáticas, todos os mercados fecharam acima dos 4%, sendo que Hong Kong e Xangai atingiram históricas altas, superiores a 9,5%, também influenciados por fatores internos. A Bolsa de Tóquio também recebeu bem as iniciativas das autoridades americanas, e o índice Nikkei subiu 3,8%.

(Com informações da Reuters, EFE e Valor Online)

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