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Em ata, BC diz que aumento do risco levou à alta do juro

O Banco Central (BC) teve que agir de forma "incisiva" para evitar que a maior incerteza em relação à inflação detectada no curto prazo se propagasse para um horizonte mais longo. Essa foi a justificativa do Comitê de Política de Monetária (Copom) do BC para elevar, na semana passada, a Selic (a taxa básica de juros da economia) de 8,75% para 9,50% ao ano.

AE |

O Banco Central (BC) teve que agir de forma "incisiva" para evitar que a maior incerteza em relação à inflação detectada no curto prazo se propagasse para um horizonte mais longo. Essa foi a justificativa do Comitê de Política de Monetária (Copom) do BC para elevar, na semana passada, a Selic (a taxa básica de juros da economia) de 8,75% para 9,50% ao ano.

De acordo com a ata da reunião, divulgada hoje pelo BC, aumentaram os riscos para a concretização de um cenário benigno para a inflação, mesmo depois da reversão de uma parcela substancial dos estímulos adotados durante a crise financeira. "Desde a última reunião, aumentaram os riscos à concretização de um cenário inflacionário benigno, no qual a inflação seguiria consistente com a trajetória das metas", justificou o BC. A decisão do Copom foi por unanimidade.

O cenário de referência usado pelos integrantes do comitê para tomar a decisão sobre os rumos da política monetária foi de uma taxa de câmbio de R$ 1,75 e uma Selic de 8,75% ao ano. Na reunião de março, o cenário de referência foi de uma taxa de câmbio de R$ 1,80 e taxa Selic de 8,75%.

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