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Em 2009, efeito no país deixa de ser #145;marolinha #146;

Neste final de ano, a crise econômica mundial ainda parecerá, aos olhos dos brasileiros, com a marolinha prevista pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As medidas adotadas pelo governo e o impulso forte dado à economia nos primeiros nove meses de bonança de 2008 fazem com que os efeitos da desaceleração global fiquem, no Brasil, restritos ao mercado financeiro e a segmentos localizados.

Agência Estado |

Porém, indústria, agricultura, comércio, construção civil e governo concordam num ponto: o problema é 2009. A parte mais visível da economia, o comércio, será a última a sentir os efeitos da crise, diz o economista da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas. "O financiamento ao consumidor já é pré-aprovado, por isso ele não desacelera tão rápido", disse. "A venda de bens de consumo duráveis tem tido um crescimento razoável, porque a massa real de salários continua bem."

A estimativa é que as vendas encerrem este ano com um crescimento acima de 9,5%. Em 2009, com crise e tudo, espera-se expansão de 5% a 6%.

Outro segmento ainda preservado é o das micro e pequenas empresas. "O setor está muito aquecido", disse o gerente da área de Micro e Pequenas empresas do Banco do Brasil, Kedson Macedo."As micro e pequenas empresas abastecem o mercado interno de pequenos bens, como compras de Natal, salões de beleza, e para eles a crise não chegou."

Já a indústria prevê dias difíceis. "Vamos crescer menos em 2009", afirmou o gerente do Núcleo de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria, Flávio Castelo Branco. "O mundo está entrando em recessão." A retração em mercados como EUA e Europa fará com que as exportações brasileiras reduzam seu ritmo "substancialmente".

Na agricultura, o governo escapou de um grande problema de abastecimento em 2009. Quando a crise se agravou, a safra 2008/2009 já estava quase toda plantada. Os esforços, agora, são para garantir que não falte dinheiro para comercializar a atual safra, que será colhida no início do ano que vem.

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