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Em 2008, EUA registram maior número de falências desde 2001

WASHINGTON - O número de empresas americanas com ações negociadas em bolsa a declarar falência em 2008 foi o mais alto desde 2001, com prejuízos recorde, segundo estudo de uma consultoria especializada publicado nesta terça-feira.

AFP |

Ao todo, 136 companhias com capital aberto recorreram à lei de falências americana, o que representa um aumento de 74% em relação ao ano anterior. O número, no entanto, ainda está longe das 263 companhias que quebraram em 2001.

O ano de 2008 se caracterizou pela bancarrota de várias empresas jovens, após o estouro da bolha da internet.

O total de ativos comprometidos chega a 1,16 bilhão de dólares, cifra recorde desde 1980, quando a consultoria BankruptcyData, autora do estudo, començou a calcular estes dados. O montante representa valor 16 vezes maior do que o registrado em 2007.

"Os ativos envovidos em quebras foram excepcionalmente elevados, devido ao número incomum de falências de grandes instituições financeiras", explicou a consultoria.

As entidades financeiras representam apenas 9% do total de empresas que quebraram, mas envolveram 94% dos ativos afetados, com 1,09 bilhão de dólares.

O banco de investimentos Lehman Brothers (691 milhões de dólares) pulverizou o recorde da bancarrota mais cara da história, que havia sido estabelecido em 2002 pela WorldCom, cuja falência causou prejuízos seis vezes menores.

Leia tudo sobre: economia norte-americana

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