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Eletrobras terá papel fundamental em Belo Monte, diz professor

RIO - A Eletrobras terá um papel fundamental no consórcio vencedor do leilão de Belo Monte para garantir a viabilidade econômica do projeto com a tarifa de R$ 77,97 por megawatt-hora, que garantiu a vitória ao grupo capitaneado por Chesf, Bertin e Queiroz Galvão. A opinião é do coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, para quem será necessário estabelecer um padrão de governança elevado para aumentar eficiência e reduzir custos. Castro ressaltou que a Chesf - principal acionista, com 49,98% do consórcio Norte Energia - deverá abrir mão de uma parte da sua fatia para permitir a entrada da Eletronorte no empreendimento. Com isso, a Eletrobras traria mais expertise para um grupo de empresas que, segundo Castro, tem pouca familiaridade com a construção de grandes hidrelétricas.

Valor Online |

RIO - A Eletrobras terá um papel fundamental no consórcio vencedor do leilão de Belo Monte para garantir a viabilidade econômica do projeto com a tarifa de R$ 77,97 por megawatt-hora, que garantiu a vitória ao grupo capitaneado por Chesf, Bertin e Queiroz Galvão. A opinião é do coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico (Gesel) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde de Castro, para quem será necessário estabelecer um padrão de governança elevado para aumentar eficiência e reduzir custos. Castro ressaltou que a Chesf - principal acionista, com 49,98% do consórcio Norte Energia - deverá abrir mão de uma parte da sua fatia para permitir a entrada da Eletronorte no empreendimento. Com isso, a Eletrobras traria mais expertise para um grupo de empresas que, segundo Castro, tem pouca familiaridade com a construção de grandes hidrelétricas. Além da Chesf, compõem o grupo a construtora Queiroz Galvão, com 10,02%; a Galvão Engenharia, Mendes Junior Trading Engenharia e Serveng-Civilsan, com 3,75% cada uma; a J Malucelli, com 9,98%; a Cetenco, com 5%, e a Bertin, por meio da Gaia Engenharia e Participações, com 10,02% e a Contern, com 3,75%. "A Chesf tem experiência em construir centrais elétricas de grande porte", disse Nivalde, que não vê o projeto como estatizante."Uma obra dessa magnitude precisa de participação do Estado", acrescentou. O coordenador do Gesel também não vê com preocupação a possível saída da Queiroz Galvão do consórcio, que, conforme informou o Valor Online, pediu um tempo para avaliar se vai continuar no negócio. "Os fundos de pensão poderiam entrar sem o menor problema. Não vão faltar sócios que queiram ganhar dinheiro no longo prazo e não apenas na obra", frisou Castro. (Rafael Rosas | Valor)
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