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Eletrobrás quer negociar ações em NY a partir de 31/10

A Eletrobrás anunciou ter registrado hoje na Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão de valores mobiliários americana), seus programas de American Depositary Recepts (ADRs), que inclui papéis ordinários (ON) e preferenciais (PN classe B). A empresa espera listar as ações para negociação na Bolsa de Valores de Nova York em 31 de outubro.

Agência Estado |

O presidente da estatal, José Antonio Muniz, acredita que a crise financeira não deverá prejudicar a emissão.

Em nota enviada à imprensa, Muniz diz que "toda crise é sinônimo de oportunidade e essa não é diferente. Os investidores estão se voltando para o mundo real e esse é o mundo da Eletrobrás. O mundo das pessoas, do cimento e do metal", afirmou. Na mesma nota, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Astrogildo Fraguglia Quental, afirmou tem a expectativa de que as ações da empresa, no médio prazo, se valorizem com a listagem no pregão da maior bolsa de valores do mundo. "A valorização que esperamos aumentará a nossa liquidez e a Eletrobrás poderá, então, obter taxas de juros menores", disse o executivo.

A holding Eletrobrás controla algumas das maiores empresas de geração e transmissão de energia do Brasil - Chesf, Furnas, Eletronorte, Eletronuclear, Eletrosul e CGTEE - e, em regime conjunto, a Itaipu Binacional, nos termos do Tratado Internacional firmado entre os governos do Brasil e do Paraguai. Na área de distribuição, a empresa atua por meio das empresas Eletroacre (Acre), Ceal (Alagoas), Manaus Energia (Amazonas), Boa Vista Energia (Roraima), Cepisa (Piauí) e Ceron (Rondônia).

A companhia também controla a Eletropar Participações S.A. Já na área de pesquisa e desenvolvimento, o Sistema Eletrobrás possui o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica (Cepel), criado há 34 anos e maior instituição do gênero, no Hemisfério Sul.

O Sistema Eletrobrás, que reúne as empresas controladas, conta hoje com uma capacidade instalada de produção de 39.753 MW - 39,6% do total nacional -, distribuída em 30 usinas hidrelétricas, 15 termelétricas e duas usinas nucleares. As linhas de transmissão alcançam 56.789 quilômetros, o que representa 63% da malha brasileira. O funcionamento do Sistema é integrado, com políticas e diretrizes definidas pelo seu Conselho de Administração e operacionalizadas pelo Conselho Superior da Eletrobrás (Consise), formado pelos presidentes da holding e das empresas controladas.

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