Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Eike elogia instituições e diz que MP deve questionar sempre que achar relevante

RIO DE JANEIRO - O empresário Eike Batista, controlador do grupo EBX, buscou tranqüilizar os acionistas da empresa e afirmou nesta sexta-feira que as investigações e questionamentos recentes sobre a atuação das controladas do grupo mostram que as instituições brasileiras funcionam.

Valor Online |


Em teleconferência com analistas, Batista disse diversas vezes que o Ministério Público tem o direito de questionar e levantar dúvidas sobre assuntos que considere relevante.

"Isso é o que acontece no Brasil quando você é uma grande empresa e eu acho que é um processo muito saudável. Somos tão grandes que vamos estar constantemente nos jornais", ressaltou Batista.

O empresário comparou o sistema brasileiro ao americano e explicou que cabe à companhia responder aos questionamentos levantados pelo Ministério Público e outras instâncias de fiscalização e investigação.

"Sabemos que eles têm o direito de questionar as coisas. Nós respondemos a eles. O importante é que esse é um processo regular que acontece no Brasil", frisou.

Sem citar a operação Toque de Midas - desencadeada neste mês pela Polícia Federal e que levou à busca e apreensão de documentos na sede da MMX e na casa do próprio Batista -, o empresário lembrou que o leilão de privatização da ferrovia no Amapá, estopim da ação da PF, já foi alvo de questionamentos judiciais em duas oportunidades e afirmou que a empresa saiu vencedora em ambas as oportunidades.

Na tentativa de acalmar os investidores, Batista lembrou que a venda dos ativos da MMX Amapá para a Anglo American coloca a empresa estrangeira como dona de recursos na casa de 1,5 bilhão de toneladas de minério na Serra do Navio. Tal volume colocaria a Anglo como grande cliente da ferrovia, que terá que operar sob o controle da MMX ou de outra concessionária.

Leia tudo sobre: eike

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG