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Economistas acreditam em recessão nos EUA, diz pesquisa

Washington, 6 out (EFE).- A economia dos Estados Unidos pode cair em uma breve recessão, segundo dois terços dos economistas procurados pela americana Associação Nacional de Economia Empresarial (Nabe, na sigla em inglês).

EFE |

A associação divulgou hoje os resultados de uma pesquisa, elaborada entre 48 economistas e que aponta uma deterioração das expectativas entre eles.

"Se as condições financeiras não melhorarem rapidamente, as perspectivas a curto prazo podem piorar de forma notória", disse em comunicado Chris Varvares, presidente eleito da Nabe.

Segundo esse grupo de economistas, se os mercados de crédito não recuperarem seu funcionamento normal, haverá uma recessão entre este mês e março.

A média dos prognósticos dos 48 economistas da Nabe aponta um crescimento de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) nos Estados Unidos no terceiro trimestre deste ano. O dado oficial será publicado no final deste mês.

Apesar de dois terços dos economistas acreditarem que o país já sofre ou cairá em breve em recessão, feita uma média entre as previsões dos indagados, o relatório da Nabe prevê um crescimento ainda positivo, embora mínimo, no quarto trimestre deste ano, quando chegaria então a 0,1%.

Como comparação, em maio esse grupo de economistas tinha previsto que a atividade econômica se expandiria 2,2% de julho a setembro e 2% nos três últimos meses do ano.

Segundo as previsões da associação, a economia se recuperará em 2009, com crescimento de 1% no primeiro trimestre e de 2,7% no segundo.

"O painel da Nabe prevê que um menor preço do petróleo, o fim da queda do preço do imóvel e um melhor funcionamento dos mercados financeiros devem permitir à economia retomar na segunda metade de 2009 um crescimento próximo a sua média histórica", afirmou Varvares.

Os economistas da associação esperam que o desemprego suba 0,01%, para 6,2%, no quarto trimestre, e alcance no máximo 6,4% em 2009.

Em outro relatório divulgado hoje, a associação empresarial The Conference Board calculou que o desemprego pode superar 7% na segunda metade de 2009. EFE cma/rr

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