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Economista argentino nega ter denunciado caso de ex-mulher com diretor do FMI

Buenos Aires, 20 out (EFE).- O ex-presidente do Banco Central argentino Mario Blejer negou que ter descoberto e denunciado um caso de sua ex-mulher, Piroska Nagy, com o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn.

EFE |

Em declarações publicadas hoje pela imprensa local, Blejer disse que ele e a economista húngara -que têm uma filha de 11 anos- estão "separados há mais de quatro anos".

O FMI abriu uma investigação contra o francês Strauss-Kahn para determinar se abusou de sua posição mantendo uma relação com Nagy, que era uma alta funcionária do Departamento para a África do organismo, de acordo com investigação divulgada ontem pelo jornal americano "Wall Street Journal".

Blejer, que também trabalhou no FMI e no Banco da Inglaterra, chamou de "falsas" as versões jornalísticas que o apontam como denunciante.

"Estou separado dela há anos; enquanto ela estava em Washington trabalhando no fundo, eu estava no Banco da Inglaterra", argumentou.

De acordo com a investigação, depois que Strauss-Kahn começou a se aproximar a Nagy em dezembro de 2007, os dois teriam trocado e-mails sobre um romance iniciado no começo deste ano, em uma conferência na Europa.

Pouco depois, Blejer teria encontrado e-mails provando o caso entre sua esposa e o diretor-gerente do FMI, terminando então o casamento.

"Cooperei e seguirei cooperando com o conselho externo do FMI. Em nenhum momento abusei da minha posição como diretor-gerente do FMI", defendeu-se Strauss-Kahn.

Um dos assuntos que terá que determinar a investigação contra Strauss-Kahn é se ele favoreceu Nagy no FMI. EFE hd/jp

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