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Economia com corte de gás da Bolívia será de US$ 600 milhões

SÃO PAULO - Foi confirmada hoje pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a informação de que a Petrobras vai reduzir a compra de gás boliviano, para 19 milhões de metros cúbicos por dia, ante os 30 milhões de metros cúbicos diários que vinham sendo importados atualmente. Com o corte de 11 milhões diários de metros cúbicos, a estimativa de Lobão é de que haja uma economia de US$ 600 milhões no caixa da Petrobras neste ano.

Valor Online |

O montante leva em conta estimativa inicial do ministério de quatro meses de importações reduzidas, de janeiro a abril, período em que as termelétricas a gás devem ficar desligadas devido ao nível confortável dos reservatórios das usinas hidrelétricas, cujo custo de geração é mais baixo.

Ainda assim, o corte no total importado pela Petrobras pode ser por tempo indeterminado. A decisão é permitida em contrato, mas a Bolívia deve buscar alguma negociação ainda hoje e já que convocou uma reunião com representantes brasileiros, que terá início logo mais, às 16h, em Brasília.

Participarão pelo lado boliviano os ministro do Planejamento, Carlos Villegas, de Hidrocarbonetos, Saul Ávalos, e da Defesa, Hector Arce. O encontro contará com a participação do ministro Lobão, o assessor da presidência da República para Assuntos Internacionais, Marco Aurélio Garcia, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, Maria das Graças Foster, diretora de Gás e Energia da Petrobras, e José Eduardo Dutra, da BR Distribuidora.

(Valor Online)

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