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Economia colombiana cresce à medida que violência cai

Munique (Alemanha), 30 out (EFE).- O congresso anual da Associação Empresarial Alemã para a América Latina dedicou boa parte de seu primeiro dia a analisar o chamado efeito Uribe sobre o crescimento econômico na Colômbia, destacando o aumento da atração a investimentos com a queda da violência.

EFE |

Um grupo de empresários alemães e colombianos, assim como do co-diretor do Banco da República (Banco Central), José Echavarría, concordaram em que a Colômbia deu um salto nos últimos anos, transformando-se num dos lugares mais atrativos da América Latina para investidores estrangeiros.

O presidente da Associação Nacional de Empresários (Andi), Luis Carlos Villegas, mostrou uma série de números atuais e a comparou com números de há dez anos quando a Colômbia caiu na única recessão de sua história.

"A Colômbia passou de país em recessão a ter índice de crescimento superior a 7%, em 2007, e próximo a 4% neste ano, e a pobreza que afetava 60% da população agora atinge apenas 34%", disse Villegas.

Nos últimos cinco anos, o motor fundamental do crescimento, segundo Villegas, foi o aumento de percepção de segurança por parte de empresários nacionais e estrangeiros.

No ano passado, quando o crescimento econômico alcançou o nível mais alto dos últimos 15 anos, a percepção de insegurança chegou a seu nível mais baixo.

Após a queda da violência, Villegas frisou a necessidade de outras medidas para continuar tornado a Colômbia atraente aos investimentos estrangeiros, em especial a modernização da infra-estrutura nos próximos 11 anos, cujo desenvolvimento foi nomeado de Agenda 2019 durante o encontro.

Outro tema abordado foi o das repercussões da crise financeira internacional sobre a Colômbia. Segundo Echavarría, nenhum país ficará imune aos efeitos da crise, mas há alguns melhor preparados do que outros para enfrentá-la, grupo no qual incluiu a Colômbia.

"Aprendemos a lição da recessão há dez anos. Tanto o setor privado quanto o setor público mostraram disciplina em tempos de auge e o banco central, após subir os juros 16 vezes em épocas de grande crescimento, tem agora margem para reduzi-los", disse. EFE rz/jp

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